O ser humano ao se mostrar aos outros ele pode TRANSPARECER ser algo que não é, ele pode FINGIR ser algo que gostaria de ser e acima de tudo ele pode SER o que os outros não querem, não aceitam ou não concordam, pela simples inexistência de respeito perante a diversidade. Ser, Transparecer ou Fingir ser, em qual dessas etapas será que esse blog me qualifica?!

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Até quando insistirei em meias felicidades?




Não deixe portas entreabertas.

Escancare-as ou as bata de uma vez.
Porque por meias entradas entram meias felicidades.


Otimista x Pessimista


A maldita!



"No Brasil não há maremoto, terremoto ou vulcão em erupção, mas há a maldita da corrupção!!!"



...


"Eles não estavam trocando juras de amor, não andavam de mãos dadas, nem se chamavam por nomes infantis. Não tinha pieguice romântica ali. Mas foi a cena mais doce que eu vi: dois olhares se encontrando. Não só se encontrando: se confortando, se sabendo, se completando. Eu notei que eles eram algo além de amigos, que se desejavam e se protegiam, e foi só pela cumplicidade dos olhos, que deixavam de ser dois e se enlaçavam quatro.

Eu quis então ter um olhar pra mim. Não alguém pra chamar de meu, como diz o clichê, como grita a conveniência, mas um olhar que fosse meu por puro encaixe. Foi um pouco de inveja, talvez. Eu soube naquelas duas pessoas que elas não se sentiam sozinhas ou perdidas. Que mesmo depois de um dia cheio e chato, tinham uma certeza de carinho. E eu quis. Quis algo além da rotina do trabalho e gente fabricada com seus narizes perfeitos e cabelos penteados. Quis algo certo como o frio na barriga e a respiração travada, o coração esquecendo de bater. Quis algo errado que me fizesse bem só por escapar do caminho óbvio de toda noite. Uma espera no fim do dia, sabe? Essa espera. Não a espera de uma vida toda sem saber o que buscar pra ser feliz. Só sair do dia igual pra ter uma noite diferente. E tornar esse diferente comum só porque é bom estar perto.
Todo o amor que eu sufoquei por excesso de razão agora grita, escapa, transborda. Estou só numa multidão de amores, assim como Dylan Thomas, assim como Maysa, assim como milhões de pessoas; assim como a multidão de amores está só, em si. Demonstro minha fragilidade, meu desamparo. Eu não procuro alguém pra pentencer e ter posse, só quero uma fonte segura de amor que não dependa das obrigações, das falas decoradas, dos scripts prontos. Eu sei que eu abri mão de várias oportunidades. Sei que fiz pouco caso do amor que me entregaram de maneira pura e gratuita, só porque eu achava que podia encontrar coisa melhor. Se as pessoas estão sempre indo e vindo, eu só queria alguém minimamente eterno em sua duração, que me fizesse parar de achar normal essa história de perder as pessoas pela vida.
Vou embora querendo alguém que me diga pra ficar. Estou sempre de partida, malas feitas, portas trancadas, chave em punho. No fundo eu quero dizer "Me impede de ir. Fica parado na minha frente e fala que eu tenho lugar por aqui, que não preciso abandonar tudo cada vez que a solidão me derruba. Me ajuda a levar a vida menos a sério, porque é só vida, afinal." E acabo calada, porque não faz sentido dizer tudo isso sem ter pra quem.
Eu não quero viver como se sobrevivesse a cada dia que passo sozinha. Não quero andar como se procurasse meu complemento em cada olhar vago. Eu acho que mereço mais que isso por tudo o que eu sei que posso fazer por alguém. E fico só esperando, na surpresa do dia que eu desencanar de esperar, um par de olhos que me faça ficar sem nenhuma palavra, nada além de dois olhos se enlaçando quatro. Nessa multidão de amores, sozinho é aquele que não espera."

(Verônica H.)


Via Jackeline Müller

Vou confessar... Não sei a hora de desistir...



"Saber desistir. Abandonar ou não abandonar — esta é muitas vezes a questão para um jogador. A arte de abandonar não é ensinada a ninguém. E está longe de ser rara a situação angustiosa em que devo decidir se há algum sentido em prosseguir jogando. Serei capaz de abandonar nobremente? Ou sou daqueles que prosseguem teimosamente esperando que aconteça alguma coisa?"

(Clarice Lispector - Um Sopro de Vida)

sábado, 28 de janeiro de 2012

E você, o que faria?!...


...Choraria ou viveria?!

Busco o que não sei explicar.


As pessoa, buscam um porquê, lutam por religião, brigam por "amor" e não percebem que Deus é simples. Que Deus vai além de simples conceitos humanos. 

Busque aquilo que lhe faça bem, não lute por nada que vá machucar um outro alguém, não odeie, não jugue. Aprenda. Entenda. Ame.

Não me pergunte o que é certo. Eu não sei. Estou aprendendo. Mas to aprendendo com o meu Deus. Não o "deus" mundano, nem com o comodismo do dia a dia, nem com o ideologismo dos orgulhosos ou a moda daqueles que são iguais. Busco o que não sei explicar. 
(Ingrid Vita)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Apenas reflita...



"A questão é filosófica, antropológica e psicológica, e talvez também religiosa. É a seguinte: pode a natureza humana ser modificada de tal maneira que o homem esquecesse seu desejo de liberdade, dignidade, integridade, amor - ou seja, pode o homem esquecer que é humano?...


...Ou tem a natureza humana uma dinâmica que reagiria à violação dessas necessidades humanas básicas com a tentativa de transformar uma sociedade humana?"

Erich Fromm (1961)


Será que o homem, ao nascer, é apenas uma página em branco na qual uma sociedade qualquer escreve seu texto?







sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Isso também me preocupa Martin...



"O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons."
Martin Luther King




"Pouca coisa é necessária para transformar inteiramente uma vida: amor no coração e sorriso nos lábios."

"Se soubesse que o mundo se desintegraria amanhã, ainda assim plantaria a minha macieira.O que me assusta não é a violência de poucos, mas a omissão de muitos.Temos aprendido a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas não aprendemos a sensível arte de viver como irmãos."

"O que vale não é o quanto se vive...mas como se vive.."

"Suba o Primeiro degrau com fé. Não é necessário que você veja toda a escada. Apenas de o primeiro passo."

"Quando os nossos dias se tornarem obscurecidos por nuvens negras e baixas, quando as nossas noites forem mais negras do que mil noites. Lembremo-nos, que no universo a um grande e benigno poder , que e capaz de abrir caminho onde não há caminho, e de transformar o ontem sombrio num luminoso amanhã"

"Eu tenho um sonho. O sonho de ver meus filhos julgados por sua personalidade, não pela cor de sua pele."

Martin Luther King


Como não me iluminar ou emocionar com tais belos pensamentos deste grande homem, como não me assustar com a violência constante, ou o desamor desenfreado, ou a crueldade de muitos, ou até mesmo o fato de poucos entenderem realmente a essência destas frases?! Como o mesmo disse, eu temo, mas temo mais ainda os que sabem que podem ajudar, devem ajudar, e ainda dá tempo de ajudar, e não ajudam! Não lutam, desistem, não buscam a verdadeira paz, não buscam o novo, o bem, o melhor!

Que Deus me ilumine e ilumine a todos, para saber entender  a importância de lutar pelo bem, sem jamais temer, desistir ou se conformar com aquilo que é errado, seja para o mais rico ou para o mais pobre, para o crente ou o descrente, negro, branco ou albino, muçulmanos, africanos ou americanos, todos, pois todos são humanos, dignos de amor, independente de conceitos criados pelos homens!!Amém!

Bolhas e pessoas.





Algumas pessoas são como bolhas de sabão: Lindas, porém vazias!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Escrever

Nunca sei para que momento estou escrevendo, se é para o que passou, o que está acontecendo ou o que está por vir.

(autor desconhecido)

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Vem logo, tá frio...



- Alô? 
- Oi, não fala nada, só escuta. Sim, tenho plena consciência de que são 2:32 da manhã, ou melhor da madrugada, e que você odeia que te acordem. Sei também que você tá com o coração acelerado porque como sempre, o toque do seu celular é estridente. Mas olha, estou fazendo tudo isso por um bom motivo. Lembra da minha amiga, a Gabriela? Então, ela me apresentou um cara tão lindo, tão inteligente, alto, másculo, e que usa meias referente aos pares. Ele tem dois cachorros dóceis, e mora em um apartamento no centro de São Paulo que é ma-ra-vi-lho-so. Mas antes que você pense que eu liguei pra fazer ciúmes, eu liguei porque eu vim aqui pra sacada fumar, e comecei a chorar. Tava passando ”P.S: eu te amo” na tv por assinatura, e sabe, eu lembrei de quando deitei no sofá com você, e reparei que você usava uma meia de cada par. Você chorou igual criança assistindo, até que aquelas suas duas cachorras monstras resolveram brigar por causa daquele bichinho de pelúcia verde, que você apelidou de melequinha. Olha só, que coisa estúpida, eu fumando. Fumando porque quero parecer mais cool e mais descolada, mas estou chorando porque lembrei que  o melequinha era tão engraçadinho. Tá vendo? Eu sou uma burra. Mas você, você também é. Burro por me deixar ir embora, burro por não lutar por mim. Te juro que só mais um pedido para que eu ficasse, eu ficava, e ficava pra sempre! Mas você, como sempre, disse que eu já era grande demais pra decidir o que fazer da vida. Mas vida, que vida? Vida sem você? Não    existe. O cheiro desse cara que a Gabi me apresentou é de perfume importado, você sabe o quando sou tarada por perfumes. Mas eu largaria esse cheiro de Paris ou de banco de couro de carro novo, não importa, pelo seu cheiro de cebolas, após uma tentativa frustrada de um jantar romântico. Tô chorando mais ainda. Por que você não me pega no colo, diz a ele que sou sua, e me leva pra sua casinha, meu indie, hippie, sei lá, que tem cheiro de lavanda, hein? Hein? Já se passaram 6 meses, vi suas atualizações nas redes sociais. Vi você começando e terminando relacionamentos como quem começa e termina uma barra de chocolate. E eu não falei nada. Quer dizer, até agora, porque você é um idiota, sabe que me ama e não faz porcaria nenhuma. Mas enfim, além de estar fumando e chorando, eu também tô bebendo. Bebendo muito, mas nem assim esqueço. Você sabe o quanto me faz falta? Todos os poemas de Vinicius me lembram você, e os toques, os sorrisos, as piadas, são tão sem graça se não há você do meu lado, bagunçando meu cabelo e mordendo meu pescoço. Mas tá bom, tô falando demais, né? Você ainda tá aí? Tô falando tanto e nem reparei se a sua respiração tá no outro lado da linha 

- Tô respirando sim (risos).
- (risos) Que bom então. Desculpa te acordar, te dizer tudo isso, na verdade, eu só tô um pouco cansada, esquece o que eu disse, eu nem gosto mais de voc …
- Que horas te busco?
- Agora.
- Tô indo, te amo.
- Vem logo, tá frio. Amo você também.

(autor desconhecido)

domingo, 25 de dezembro de 2011

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Queria simplesmente, por um dia, me entende!


Os nãos da vida diante de um grande Sonho!



Um sonho, dois “nãos”.
Um sonho, persistir, três “nãos”.
Um sonho, persistir, nunca desistir, quatro “nãos” e um basta!

Tempo. Parar (Parar ≠ Desistir). Medo

Um sonho, mais um não. Uma queda( punição por ter parado ou por ter continuado?!). Medo.

Cansaço. Medo (Medo de parar ou medo de continuar e sofrer mais?)

                                                             Tempo...

               /                                                   |                                                   \
Sonho esquecido                           Sonho desistido                            Sonho persistido
            |                                                      |                                                     |
   Vida Normal                                   Frustração                                           Não
            Não
            Não
            Não
            Não
            Não
            Não
               |
        SIM!!! – Viver realizado depois de vencer sobre lágrimas e suor, cansaço e medo, “sins” e “nãos”! Viver ao realizar um grande sonho!



By.: Ingrid Vita

sábado, 24 de dezembro de 2011

Então é Natal

Falar o quê do Natal?
Do capitalismo? Do nascimento de Cristo, o real motivo? As compras? As famílias reunidas? O repetitismo ou renovação?  
Todo mundo sabe o que é natal, sabe suas criticas, seus clichês, seus exageros, seus eufemismos ou até mesmo sua beleza... E todo esse pacote que vem com as festas de final de ano. E eu o que sei? Sei o que sinto, na verdade, sei o que deixo de sentir. Nessa época eu costumo parar de uma forma estranha, é como se todos estivessem ou alegres demais ou tristes demais, criticando ou se deleitando com o Natal. Eu tristemente ouso dizer, que não sinto nada. Nem de bom nem de ruim. Apenas gosto de simplesmente OLHAR.


É como se eu fosse uma mera expectadora, olhando tudo e a todos. Sento em um canto, me calo e logo me esquecem, pra mim isso é ótimo, me deixa livre pra sentir o ambiente e viajar em meus pensamentos de perceber as pessoas. Vejo as senhoras sentada na sala conversando sobre banalidades, geralmente doenças, netos, coisas... Não me atenho a esses detalhes, meu olhar de forma hiperativa, vai em busca de outros focos, de outros detalhes, de outras vidas... Vejo a criança tímida na barra da saia da mãe olhando invejosamente as outras crianças brincar, enquanto seu interior espera ansiosamente que uma delas a chame para brincar também, mas logo um dos mais velhos grita com as crianças, manda ficarem quietinhas pra não sujar a roupa, como numa melancolia forçada, todas sentam, mas logo inventam uma nova brincadeira e quando veem já estão rodando pela casa, novamente, rindo e fazendo mais barulho que a TV e as conversas juntas, a mães se juntam na cozinha, preparando a tão desejada ceia enquanto conversam coisas do lar ou do trabalho, os mais jovens bebem e conversam, rindo muito. O dono, jovem, da casa se tranca no quarto, em seu computador resolve se esconder, até a mãe bater e força-lo a fazer sala, falar com as visitas, mesmo que isso signifique constrangimento latente. O pai, anfitrião, de forma cativante fala com todos, rir e se junta com seus amigos e conhecidos. Logo tudo se torna uma grande família, cada um vai se juntando em suas respectivas panelinhas, seja por idade, assunto ou interesses... Tudo acaba se encaixando, tudo acaba representando o que é o Natal em seus detalhes espontâneos, um misto de tudo, onde no tudo temos o caos em sua ordem bem determinada.


Mas o natal não é só isso... Essa é apenas uma das parcelas de natais que observei, almejo ver mais... Quem sabe próximo ano eu veja e aprenda mais sobre natais!



Feliz Natal a todos! xD

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

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Nem a favor nem contra!



          "O coração é imparcial; a mente sempre é parcial. A mente sempre é partidária, sectária, a favor disto e contra aquilo. O coração não é nem a favor nem contra. O coração está simplesmente aberto, receptivo, acolhedor.  Ele não tem inimigos nem amigos; apenas a mente tem inimigos e amigos. “inteligência” significa imparcialidade. Somente então você pode ser inteligente.

            Se você é parcial, não é inteligente. Você pode dar a impressão de ser sofisticado, instruído, lógico, mas não é sábio, não é realmente inteligente. A inteligência se caracteriza por não ser preconceituosa, parcial, com sentimentos a favor ou contra, pois somente assim você pode olhar para o todo."
(A nova alquimia)



terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Tenho medo!

Lembre-se que você não está sozinho. Vai com você a própria Trindade que habita a profundezas do seu ser.

"Não tenhas medo!Não! Não estais sozinho!
Vai contigo quem te pode curar,
Vai contigo quem te pode salvar."

(Pe. Daniel Ange)

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Finais


Sabe... Agora acho que estou conseguindo entender os exageros dos livros, as irrealidades dos contos e os dramas dos romances... Aquela falta de ar, as borboletas que não existem, mas fazem seu estomago embrulhar, as pernas bambas mesmo para aqueles que conseguem se fixar dignamente no solo... 

Não sei o que me aconteceu... Mas parece que tudo isso me veio de repente e não quer sair... Essa vontade de te ter, esse desejo de te beijar, sem parar, e essa ânsia por abraça-lo... E sabe o que é pior? Que descobri como é sentir, querer e desejar sem poder, não porque minha família impede, mas por que parece que sempre vai ser errado, mesmo me parecendo tão certo. Estranho né?! Sempre li nos livros que no fim todos têm direito a ser felizes, todos os verdadeiros casais se encontram e ficam juntos... Será que sou a vilã? E quando foi que me tornei a vilã? Quando decidi te amar? ... Se sou a vilã, decido neste exato momento que NÃO QUERO MAIS, desisto de ser vilã, me arrependo, quero meu final feliz, ou ao menos próximo disso... Mas por favor... Não me peça pra desistir desse amor, já tentei antes, JURO QUE JÁ TENTEI, não DÁ, é impossível, quando penso que já desisti que já esqueci, algo me lembra e volta tudo de uma só vez, como uma onda gigante que inunda meu ser com todos os antigos e já "esquecidos" sentimentos, parecendo até que nada aconteceu, ninguém tentou esquecer... Parece que nada nunca muda. 

Talvez eu precise de uma decepção. Mas ai se for uma decepção forçada vai macular tudo que cultivei tão puramente no meu ser, vai danificar de uma forma única a pureza de um amor. PRONTO, feito! Me decepcionei, lágrimas foram derramadas... Mas ainda tá lá... O que eu sinto por ti, continua lá, sendo que agora em vez de um coração como qualquer outro, tenho um coração que sangra e bate insistindo em ainda te amar. Não sei o que fazer... Não quero ser vilã, mas preciso deste amor.

Talvez seja exagero... Talvez eu ainda não seja uma vilã... E que apenas ainda não tenha chegado o MEU final... e que eu preciso ainda sofrer, perder, correr para perceber que o que vem fácil, vai mais fácil ainda e que para que tudo vá realmente valer a pena mais na frente eu preciso aprender pra compreender... Talvez essa seja a simples verdade que eu não tinha entendido ainda... Talvez meu final simplesmente não tenha chegado... AINDA.
(Ingrid Vita)