O ser humano ao se mostrar aos outros ele pode TRANSPARECER ser algo que não é, ele pode FINGIR ser algo que gostaria de ser e acima de tudo ele pode SER o que os outros não querem, não aceitam ou não concordam, pela simples inexistência de respeito perante a diversidade. Ser, Transparecer ou Fingir ser, em qual dessas etapas será que esse blog me qualifica?!
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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Arroz e Feijão




Sempre foi amor!
Sempre foi. Nunca neguei ou tentei explicar.
Era amor por ser... Não tinha o ter, pegar ou ficar...
Mas ainda assim tinha o amar!
Existia o eu, o você e o mundo... O tão apavorante resto do mundo.
Não eramos arroz e feijão, não eramos cotidianos ou diários como tal prato. 
Não existia o encontro, a linha fina que separava ambos, mas que mesmo assim se encontravam, não existia.
Não era arroz e feijão, não era preto e branco, não era encontro, não era... Mas sem entender... Nunca deixava de SER.

20/10/2013 - Ingrid Vita.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

O dia seguinte


Como encarar olho no olho o “pós”?! Como encarar aquele que ardentemente antes nenhum pudor existia e me impedia de tocar?! O que antes eram beijos ardentes, olhares confiantes, toques ousados e carícias exploradoras, hoje é um desengonçado acanhamento.

Decidida ela se auto justifica: -Nada importa! Não tenho medo de escuro, nem da morte! Então um mero ser em nada me afetará. Sua mente ainda indecisa flui, amigos surgem e ocupam sua mente constrangida, com brincadeirinhas e risos e... PARA!

Numa fração de segundos ela fica tonta, seu coração parece não querer ajudar, ele para e a tira todo ar, suas mãos tremem, seu olhar não se decide, mente corre, se esconde, luta e tenta fugir, corpo fica! Fica e não sabe como agir, onde olhar? Chão pra cavar?! Ele passa... Então ele  ultrapassa sem pedir licença o seu medo do escuro e de morte descaradamente a fazendo-a tremer, ela olha, quer olhar, quer falar, dizer um oi, na verdade ela não quer falar. Ela quer ser chamada, olhada, lembrada, quer um novo segurar de mãos, quer ir até lá sem pudor e abraçar, sem ligar para o seu eu-prudente a reclamar.

Ele passou, não falou, ela travou e não olhou... Todo um pós-fictício é perdido em um simples olhar, talvez ele tenha sentido o mesmo desespero de não saber como agir, talvez ele não tenha visto, ou talvez ele não tenha nem ao menos sentido. Sua mente o desculpa involuntariamente e num piscar de olhos, quando seu coração já estava voltando a arritmia normal, com seu corpo menos rígido, ele volta, talvez até para dar aquele tão querido oi, e num ato impulsivo ao vê-lo em sua direção, covardemente ela vira, pega o fim da conversa dos seus amigos faz um comentário alto, todos riem e começam a comentar em cima de suas palavras, mas sua mente já não esta mais ali, aquele pretexto não era forte o suficiente para prender mente e corpo. Aquela que jamais suportaria ser ignorada. Ele diminui os passos em sua direção, ela não olha, mas quer virar ao sentir o desviar em seu andar. Alguém a pergunta algo, mas ela já não se encontra naquela conversa a muito tempo, seus olhos seguem indisfarçadamente o andar de volta daquele que deveria ser o seu tão grande pós... Aquele oi tão esperado, e que não foi... E no medo de ser ignorada... Acabou arrependidamente ignorando...

Como entender os medos do coração?!

(Ingrid Vita)

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Beijos que me ganham...


"Dentre todos os beijos aquele que mais me cativa é o beijo na testa. Aparentemente sem graça, sem paixão, sem um "Q" avassalador. Mas nem por isso menos intenso! 

Leve, simples e grandioso. Protege e cativa. Ama e cuida!" (Ingrid Vita)





Beijos assim, sempre me ganham...

terça-feira, 5 de junho de 2012

Contos daquele que NÃO FOI...

Primeira postagem. Espero que gostem do estilo. 



O que aconteceu?! Ninguém sabe, ninguém viu... Ninguém possivelmente existiu...

Mas vou falar baixinhooo... Pra não espalharem... Tudo indica que eles estão por ai... Procurando se encontrar e confirmar esse sentimento que não se chama mais amor.

(Ingrid Vita)

domingo, 15 de abril de 2012

O prazer de escrever. Reencontrando-me nas palavras.


Sabe aquelas coisas que você nunca para pra pensar por ser banal e quando para realmente pra refletir começa a perceber a complexidade da coisa?! Pois bem, me vi refletindo sobre a arte de escrever. Digo arte, porque não há outra denominação tão bem intitulada como arte para esse ato de juntar, montar e construir palavras e frases. Escrever pra mim se compara a uma grandiosíssima arte. Bela em sua essência.

Não estou falando do escrever famoso, estou falando de qualquer ato de escrever, seja amplo ou restrito. Genérico, popular ou individualista... Escrever. Seja uma carta, um bilhete, um texto que ninguém lê, uma provocação pra seu irmão, uma resenha critica, um artigo. Seja o que for. Você não nasce sabendo escrever, você aprende, mas não é só a escrever que você aprende, com o tempo você aprende também a amar o ato de escrever, vai percebendo os detalhes, vai desnudando as emoções, vai transformando vidas e sentimentos em palavras, algumas palavras são doloridas, outras confusas, e outras mais alegres, mas todas tocam(Tá certo que tem umas que praticamente te espancam, te dão um tapa na cara)... Mas acima de tudo, te ensinam a ver o mundo através de outros olhos, os olhos de quem escreveu e sentiu primeiro aquele texto.

Para mim, o prazer de escrever é gigantesco. É o momento que eu me encontro com meus três “Eus”. Aquela que eu sou no cotidiano, o lado meio que realista; aquela com que eu sinto o mundo, o lado mais sentimental e aquela que eu me expresso, o tão grandioso lado artístico de onde fluem todas as belas composições. Juntos, os três “Eus”, em frete ao computador ou a uma folha de papel, eles vão longe, fluem, conversam, às vezes brigam, não se entendem, fica tudo confuso, desisto de escrever, depois volto, tudo parece mais calmo, bebo água, assisto um pouco de TV, novos temas surgem, palavras aparecem como luvas, no momento certo, depois dá um branco, fico tensa porque não me lembro do principal, ai quando acho uma nova palavra pra substituir aquela esquecida, ai a esquecida se desembesta a ser lembrada. Faço, refaço. Apago frases. Copio. Refaço. Mudo. Sinto. E nessa composição de sentimentos, ideias e ações o meu texto vai fluindo, às vezes fácil como fechar os olhos, outras difíceis como segurar um espirro. Mas no final eu paro. Sento de lado meus “Eus” e leio o meu (dividido por três) texto. Às vezes me espanto, gosto. Outras nem termino a frase! Vai direto para o lixo. E como entender esse meu ato de escrever?! Como não gostar dessa confusão que me distrai, me encanta e me permite ser eu, me deixando demonstrar e expor o que sinto, penso e acredito?!
Ingrid Vita

"Escrever é esquecer. 
A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida.
 A música embala, as artes visuais animam, as artes vivas (como a dança e a arte de representar) entretêm.
 A primeira, porém, afasta-se da vida por fazer dela um sono; as segundas, contudo, não se afastam da vida - umas porque usam de fórmulas visíveis e portanto vitais, outras porque vivem da mesma vida humana. 
Não é o caso da literatura.
 Essa simula a vida.
 Um romance é uma história do que nunca foi e um drama é um romance dado sem narrativa.
 Um poema é a expressão de ideias ou de sentimentos em linguagem que ninguém emprega, pois que ninguém fala em verso."
 Fernando Pessoa




Uma outra visão, do mesmo ponto de partida igualmente diferenciando...
Por: Amanda Santos.
VEJA: ETC...



domingo, 30 de outubro de 2011

Querer!


No fundo no fundo... Temia-se o encontro de tais corpos... Excitados e desejosos de um amor que não acabava, só aumentava, ardia e queria. (Ingrid Vita)

O que fazer quando o seu querer é tão grande que já não cabe no seu ser?! 

E depois sempre me vem esses textos...


Por isso sou tão teimosa nessa minha insegurança. Porque na verdade acredito muito no seu amor, acredito até mais do que eu sou capaz de logicamente acreditar, tenho medo porque sei que se você gritar “pula”, eu pularei com todo medo do mundo, mas com uma confiança única que jamais serei capaz de imaginar, pularei, correrei e voarei ao teu encontro, temendo tudo, mas ao mesmo tempo jogando tudo para o alto, por um sonho, o sonho de te amar incondicionalmente, sem temores vãos. Tem uma voz que me diz que você sempre estará no final do abismo para me segurar, mesmo que no final do percurso você desista e não me queira mais, você vai me segurar, por respeito ao grande amor que um dia nós tivemos, e depois com um beijo na testa, vais dizer adeus, voltar para o seu mundo, eu vou te apertar em um abraço, mas vou te deixar ir, e depois voltar ao meu cotidiano, te amando sempre, desse nosso jeitinho único, diferente, meio louco, um tanto desencontrado, mas só nosso. (Ingrid Vita)

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Será que tenho ciúmes?


Digo para todos que não tenho ciúmes, digo que nem sei o que é isso, me nego a admitir ter tal sentimento, isso é para os fracos, aqueles que temem perder algo que nunca tiveram, aqueles que não se garantem, aqueles que dependem demais, aqueles que não sabem se controlar. Me nego a dizer que tenho ciúmes e admitir todas essas fraquezas. 

Mas sabe o que é pior?

Sou fraca...

Porque nunca deixo ou deixarei transparecer nada disso, nunca realmente admitirei que tenho tal sentimento, nunca saberão o que se passa na minha mente, nunca imaginarão que dentro me acabo em uma explosão ridícula de possessividade, choro, grito, esperneio, xingo, bato e espanco, aqueles que ousam tentar tirar o que acredito ser apenas meu, não gosto quando tocam aquilo que só eu posso tocar, não gosto que conversem sem minha presença ,ou pior ainda, sem minha permissão, não deixo que brinquem com aqueles que me fazem rir unicamente, não quero que beijem, toquem ou abracem aqueles que eu coloquei minha plaquinha invisível "propriedade minha, não toque! Não chegue perto! De preferencia, sai de perto!".

E quando tudo isso acontece? E quando tudo isso explode dentro de mim... O que faço?

Dou um meio sorriso, me calo, ignoro e vou embora... Imaginando o que eles estão fazendo sem mim... Querendo me fazer presente, mostrar que alí é meu território... Mas minha razão não deixa, meu orgulho me impede e minha sabedoria grita...que "Quem tentar possuir uma flor, verá sua beleza murchando. Mas quem apenas olhar uma flor num campo, permanecerá para sempre com ela. Você nunca será minha e por isso terei você para sempre." (Paulo Coelho)
(Ingrid Vita)




sábado, 1 de outubro de 2011

Auto sabotagem




-Estou me machucando muito esses dias...

-E quem ta fazendo isso? (Pra eu te defender!)

-Eu...o pior de tudo...eu mesma. (Como me defender da minha auto-sabotagem?!)
(I. Vita)

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Tempo Ao Tempo > Jorge e Mateus


Aquele momento em que você acha que tudo foi esquecido e que o tempo conseguiu dar um jeito em todos os sentimentos, mas como uma bala tudo volta e acerta seu peito, não como antes, nunca da mesma intensidade...mas ainda assim está lá...Se debatendo levemente antes de morrer, mas será que realmente vai morrer, será que no fim esse sentimento para de insistir em , ainda , viver em seu peito, e se resigna a morrer dignamente...Com o tempo...??? (Ingrid Vita)


Você já percebeu que quando eu te vejo eu perco o chão,
Que o simples fato de te ouvir me faz perder toda a razão,
Quando você chega minha mão transpira
Minha mente pira eu já nem sei o que fazer

Já vi que esse lance tá ficando chato
Pois até meus atos não consigo mais conter
Não Ligo se você nem tá ligando
Nem tão pouco se importando, mesmo assim vou te dizer

Já dei tempo ao tempo
Mas o tempo não me ajuda
Se tento te esquecer
Só faço te querer
Ta no meu pensamento, sentimento que não muda
To louco para te ver só quero amar você
  (Tempo Ao Tempo - Jorge e Mateus)


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Lar FIXO...



Certo dia minha irmã agoniada pelo fato de eu ter me mudado de novo falou quase que instantaneamente ao descobrir: “Aff, tu vive se mudando.”, no mesmo dia em que minha amiga perguntou mais afobada ainda “Migs, porque tu não tens um lar fixo?!”.


 Ri muito de ambas, e respondi... Que quem gosta da mesmice se cansa do tédio... , costumo dizer que eu sou do mundo. Quem é do mundo no fundo no fundo sente que todo cantinho é seu, seja um parque favorito, seja uma árvore que você sempre senta embaixo, seja uma lanchonete que você conhece a todos pelo nome, pode ser um luxuoso hotel ou uma casa de amigo, caindo aos pedaços, tudo no fundo vai me pertencendo, pois no momento em que eu vivo ali, mesmo que minimamente aquele momento vai fazer parte de mim, para sempre, nas minhas lembranças... Logo, será MEU para sempre! Quanto ao lugar fixo... eu tenho e não tenho, tenho a casa dos meus pais, sinto que sempre me pertencerá, e sempre terei meu quarto, minhas coisas e serei sempre bem vinda...mas já não vejo como um lar fixo, vejo como o meu lar de apoio principal...Talvez um dia eu ache um lar fixo só meu, talvez nunca ache tal lugar, mas enquanto isso não se resolve...vou vivendo no mundo, nas andanças da vida, um dia aqui, outro, acolá... Quem sabe onde vou parar?!(Ingrid Vita)

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Tô com saudade de velhice...

Saudade de coisas velhas e antigas, de costumes passados e de situações que só pude viver antes de perceber que realmente eu já tinha crescido e que tinha perdido quando eu ainda era criança. 

Sinto falta do cheiro de café do coador que exalava na cozinha da minha avó, sinto falta das brincadeiras de rua ao olhar atento dos mais velhos que sentados na calçada e suas cadeiras de balanço, conversavam, ficavam em silêncio, liam e tricotavam, vez  por outra passava um vizinho e por nome todos se conheciam, alguns eram compadres outros inimigos, todos sabiam a descendência de todos, antes o fator família importava, a família queria e prezava por tê-la, alguns erravam, uns eram expulsos, depois voltavam, outros não voltavam iam embora como filhos pródigos. Sinto falta da autoridade e frieza do meu avô, onde um único olhar bastava para todos os netos ficarem quietos e da brandura da minha avó que consolava a todos e explicava o que realmente aquele olhar significa: olhar de amor-disciplina, e pedia que todos fossem dá um beijo de boa noite nele, me lembro de que a gente morria de medo e ia, meu avó dava a bênção, e não falava nada a mais, sua frieza não permitia, mas certo dia, eu consegui  ver um sorriso tímido e feliz de um canto de boca, enquanto todos os netos saiam de seu quarto, acho que esse era um sorriso-amor-disciplina. 

Sinto falta de brincar de boneca, chá de cozinha, onde gente pequena queria ser gente grande... Até chegar àquela bola de futebol dos garotos que estragava a brincadeira, fruto de um chute mal mirado ou proposital, que quebra e bagunça tudo e toda a brincadeira das menininhas. Logo em seguida estão meninas correndo atrás de meninos pra bater e ensinar uma bela lição, um que sempre ficava pra trás, por ser lento, é pego e leva a surra das meninas por todos os meninos, até que chega o reforço, meninos com sapos da lagoa do outro lado da linha do trem, aquele que no final de semana todos iam ,escondidos dos pais, tomar banho, todas as meninas correm com medo e largam o “saco de pancadas”, mas sempre tem uma que não tem medo de sapo e fica, pra brigar, e num piscar de olhos tudo isso da margem pra brincar de esconde-esconde ou policia e ladrão, logo já não se sabe o que gerou a confusão inicial e não se separa mais em dois grupos: de meninos e meninas, e sim, em um único grupo, amigos de rua. Mas um sempre cai e se machuca e fica de fora só olhando, ou ignora o machucado e volta pra brincadeira, e no fim do dia, depois de futebol misto, corrida, bola de gude, pega-pega, baleada, conversas... Sempre as mães se juntam e uma a uma vem chamando seus respectivos filhos, seja pra tomar banho ou pra jantar, mas antes de entrar em casa sempre leva a velha bronca “você está imundo, o que andou fazendo, porque não fica quietinho?!Vou falar pro seu pai quando chegar!”.

A janta tem gosto de comida feita em panela de barro, com tempero caseiro e com muito amor materno, toda posta organizadamente, o pai chega e é uma festa, crianças correm pra um abraço eufórico e diário, a mãe acompanha atrás, um beijo meigo faz um sorriso sair dos lábios de ambos, as crianças jantam e como num cansaço justificado caem adormecidos no sofá enquanto o pai assiste o jornal abraçado com sua dama, e desligando a tv ambos levam um por um ao quarto, devagar pra não acordar, mas depois com direito a um beijo forte para que sintam o poder de um beijo que protege contra todos os maus sonhos... 

Minha velhice era essa... Infantil e pura. Existia TV, mas ela não me saciava, o que me saciava era correr pra casa dos meus avós, brincar com meus amigos de bairro, fugir de encrenca, chorar quando cair, assoprar joelho ralado, roubar manga do pé, nadar em lago proibido, empinar pipa, curiar na brecha das portas, bolar um plano pra pegar os doces mais gostosos e escondidos pela minha avó, levar cachorrinhos de rua pra dentro de casa, levar bronca e ter de devolver pra rua, criar clubinhos, comer jabuticaba do pé, correr descalço, levar bronca, fugir de casa, se esconder na esquina, esperar anoitecer e desistir, voltando pra casa faminta, dia de chuva que significava tedio em casa, ficar doente e receber a turma toda que implorava, inutilmente, para que minha mãe deixasse sair pra brincar, sorrisos... Lembranças, simplicidade e cumplicidade... Eu tive! Não quero que volte... Quero apenas lembrar... Da minha velhice quando ainda era criança.

(Ingrid Vita)

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Ser feliz? Não sei explicar...




Minha felicidade não se explica, apenas se vive, ou ela esta e não vejo ou ela não está mas mesmo assim a sinto... Mesmo quando choro sei que ela está lá, rindo das minhas lágrimas ingênuas... Porque ser feliz vai muito além do conceito de ser ou estar, apenas é por ser! E eu vou seguindo apenas vivendo essa felicidade inexplicavel! 

Ingrid Vita

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Diante de várias pessoas...

...só uma eu queria abraçar,
só uma eu queria correr ao encontro,
só uma eu queria sorrir para.

E só uma tinha o dom de fazer:
meus olhos brilharem, 
meu “eu” enlouquecer e minha vida tremer.
(Ingrid Vita)

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Mudanças e Escolhas II

-Tenho saudade do passado, me atormento com o presente e temo o futuro!

-Por quê?

-Porque tudo esta mudando rápido demais, muito demais e pedido permissão de menos.

-Você esta fazendo errado! Na verdade você esta usando o mudar da forma mais errada possível...

O passado não existe mais para que possam existir as lembranças, o presente é menor que um piscar de olhos, pequeno demais para te atormentar, quanto ao futuro... Este é o indescritível em sua grandeza de poder tornar tudo que sonhas em realidade. Pois as coisas estão mudando rápido para que teus sonhos sejam realizados o quanto antes no futuro. Muito, para que seja intenso e sem permissão para que te surpreenda em uma bela surpresa, em que eis a única que poderá dizer se será boa ou ruim diante de tuas escolhas.
 (Ingrid Vita)

terça-feira, 26 de julho de 2011

Abraço





Sabe aquele abraço?! Aquele... O mais frio que te dei?!Foi o que mais me aqueceu!

(Ingrid Vita)

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Mudanças e Escolhas.


"Na Natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma." (Lavoisier)


Bem... Mudança é isso: Transformação. O que foi não volta mais e o que vinher a ser nunca mais será! Uma lei da física, da natureza e por que não da vida?!

Na vida tudo muda, querendo ou não, para bem ou para mal e sempre nos é dado escolhas. Sempre. As mudanças derivam de escolhas, às vezes as opções são péssimas, quase sem saída para uma boa escolha, mas há a escolha, mesmo que inconscientemente, ela surge. Mas o que me irrita mesmo é quando existem mais de uma opção boa em que eu quero todas! Mas só posso ter uma, às vezes me arrisco e tento alcançar as duas ao mesmo tempo, ousadamente, às vezes eu consigo fazer com que dê certo, mas só às vezes! Na maioria das vezes não consigo alcançar nem uma nem outra, e minha escolha se torna frustrante e a mudança que a mesma deriva me mostra infrutífera, e me atormento em pensar que deveria ter sido menos ambiciosa e ter escolhido apenas uma e aceitado as mudanças que apenas aquela viria acarretar.

Mudar dói. Mudar dá medo. E mudar dá saudade. Mas também nos tira da mesmice, nos apresenta coisas novas, aprendemos, mudamos e finalmente crescemos! Seria isso a grande arte de viver?...A arte de mudar!!! Que é simples, mas sem deixar de ser complexa, sendo a que facilita a mesma que complica??!
(Ingrid Vita)

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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Passar...?





"Quando ouvimos: “Essa dor vai passar, não se preocupe, sempre passa!”. Na verdade queremos ouvir: “Tudo vai voltar a ser como era antes!”. Por no fundo saber que na vida tudo passa, nada volta e pouco se esquece!"
Ingrid Vita